
Wade, seu irmão gêmeo, é 12 minutos mais velho que Alanis. (E ela se refere a isso na música que compôs com Ryan Adams, 1974)
Em 1987 e 1988 Alanis e Wade participaram o musical chamado Oliver. Eles fizeram o papel de duas crianças que estavam envolvidas numa gangue e viviam num orfanato.
O primeiro namorado de Alanis, na oitava série, era português e se chamava Noel Andre.
Alanis, quando era criança, teve aulas de dança e balé.
Antes dos 11 anos de idade, Alanis á tocava órgão, numa produção chamada "Annie", em Ottawa.
Ela competiu num triatlon em 1997. Ela nadou 400 metros, andou de bicicleta por 9 quilômetros e correu mais 5 quilômetros em 1 hora e 10 minutos. Mesmo assim ela não foi uma das melhores, ela chegou em 907º lugar.
Bob Dylan a influenciou a tocar gaita. (Mesmo que a maioria dos fãs tenham consciência de que ela não aprendeu direito)
Antes de ficar famosa Alanis pintou alguns quadros. David Mastorakis era o dono deles, ele foi seu personal trainer. Eles foram leiloados na internet.
Em 2005 foi divulgado que suas exigências para seu camarim na turnê é que ele tenha frutas frescas, suco de laranja natural, quatro garrafas de Gatorade, seis iogurtes Dannon de frutas, uma saco de batata em fatias e molho, uma chaleira elétrica, uma caixa de saquinhos de chá, seis garrafas de água Evian, gelo, um abridor de garrafas, 10 copos de plástico grandes, canecas de cerâmica e velas.
Alanis foi virgem até os 19: "Eu perdi minha virgindade aos 19, mas eu fui ativa sexualmente desde os 14, fazendo tudo menos sexo. Não é estranho?"
Nas coisas que ela tem em comum com a Madonna: "Nós duas somos mulheres agressivas, e nós duas temos que lidar com homens que talvez tenham dificuldade de nos corresponder porque nós exigimos muito deles e não queremos ser dominadas ou seduzidas de formas tradicionais."
Seus pais são ambos professores escolares: Alan, um nativo Francês Canadense, e Georgia, que fugiu para o Canadá depois de escapar da Hungria durante a revolta anticomunista em 1956. Eles se encontraram com 12 anos de idade em um playground. Alan prometeu que ia se casar com ela um dia. Nove anos depois, ele casou.
Sua comida preferida é: espinafre cozido (à vapor).
Sua bebida preferida: Baileys com gelo.
Seu chá preferido: Camomila.
Seu seriado preferido: South Park.
Seu filme preferido: Forrest Gump.
Seu material de leitura preferido: qualquer coisa menos jornais e revistas. Ele uma vez disse que "90 por cento do que é escrito em revistas e jornais não é verdade."
Alanis considerava a Internet o anticristo.
Falando em anticristo, Lou Brutus, um DJ de Chicago, espalhou esse rótulo sobre Alanis, convidando ouvintes para se juntar ao PUSMAC: People United to Stop Morissette the Antichrist (Pessoas Unidas para Parar Morissette o Anticristo). Membros receberam um cartão de sócio e um certificado que proclamava que eles deveriam "evitarem de serem irônicos, de 'going down' em pessoas em teatros e pensar na Alanis enquanto transava com alguém."
Antes de lançar seu albúm canadense de estréia, ela dirigia uma banda cover chamado de New York Fries. O grupo tocava covers de hits de roqueiros como Pat Benatar, Blondie, Richard Marx, Cheap Trick e the B-52s.
Ela ficou conhecida como "Miss O'Canadá" por um curto período depois de cantar uma versão do hino nacional do Canadá na frente de 10,000 pessoas em 1988 em Ottawa.
Ela mais tarde teve que ouvir a si mesma cantando o hino toda manhã quando era tocado pelo alto-falante na escola Glebe High School em Ottawa, onde ela era uma estudante nota 10!
Ela se tornou amiga do astro do seriado Friends, Matt LeBlanc, quando ele era um jovem modelo, ele participou no clipe "Walk Away," uma das músicas do primeiro álbum canadense de Alanis.
Em 1993, Alanis achou ele outra vez. Ele fez parte do filme "Just One Of the Girls", ambos tocando piano. Nessa época eles estavam namorando.
Seu primeiro relacionamento sério foi com Dave Coulier, estrela de Full House e America's Funniest People. Os dois se encontraram no jogo NHL All-Star em 1992 em Montreal, onde ela estava cantando o hino nacional e ele jogando hockey. O relacionamento durou quase um ano.
Como uma resposta definitiva para a identidade do sujeito de "You Oughta Know", o mundo pode nunca saber. Alanis diz sobre Coulier: "Eu não vou negar ou dizer sim para isso, porque eu acho errado. Eu meio que rio disso. Esse foi o relacionamento mais público, e é uma resposta previsível. A verdade é, eu nunca vou dizer sobre quem é a música."
Leonardo DiCaprio convidou a cantora para umas férias em Cuba no verão de 1997. Ela foi junto, e até mesmo fez um pequeno show improvisado num café. Foi nessa viagem que Alanis decidiu não parar de cantar.
Durante sua primeira turnê. Alanis e sua banda tiveram uma disputa pra ver quem conseguia dormir com mais pessoas. Alanis, que diz ser "uma pessoa sexualmente ativa", ficou com o terceiro lugar.
Ela tem afeto por piadas sujas. "Eu tenho a boca mais suja de todos eles. Então lá estou eu com minha boca suja," ela diz. "Eu os encorajo toda vez que eles estão muito careta."
Durante seu tempo em Toronto, Alanis disse, ela viveu a vida que ela pediu "depravada e perversa." Ela tinha atração, pelo que parecia, de roubar os namorados de outras garotas. "A única forma de me sentir desejada era quando um homem deixava sua namorada por mim," ela diz.
Quando Jagged Little Pill alcançou o marca de 1 milhão de vendas, Madonna, a dona da Maverick, deu de presente para Alanis um esmalte para unhas de platina para celebrar.
Na turnê "Can't Not," Alanis apresentou sua banda em todos os shows, e numa tela grande era mostrada fotos deles quando crianças.
Ao contrário de seus novos músicos, Alanis diz que sua antiga banda não faria uma festa surpresa para ela, e que chegou a passar um aniversário sozinha em um quarto de hotel.
Alanis convidou suas próprias amigas para a gravação do clipe de “Precious Illusions”, e disse que as pessoas que aparecem na mesa jantando com ela, seriam as mesmas convidadas para um jantar em sua casa.
Alanis mudou a letra original de “You owe me Nothing in Return”. Alguns versos batiam de frente com o que para ela é agir contra a própria vontade em um relacionamento, e não era esse o sentimento que queria que fosse passado na música.
Quando está nervosa, Alanis tem mania de morder o que estiver em suas mãos.
Alanis disse que gostaria de ter vivido na era hippie, durante os anos 70.
Em seu tempo livre, principalmente durante suas turnês, Alanis sempre vai à praia, e em uma entrevista disse que se considera “uma mulher do oceano”.
Logo após voltar de sua visita à “Navajo Nation”, onde gravou o programa “Music in High Places”, Alanis montou um acampamento em seu jardim, encantada com a maneira como as pessoas daquela comunidade viviam.

JUNO AWARDS
2003 - Produtora do ano (Hands Clean e So Unsexy)
2000 - Melhor Clipe (So Pure)
2000 - Melhor Álbum (Supposed Former Infatuation Junkie)
1997 - Prêmio Realização Internacional
1997 - Compositora do Ano
1997 - Single do Ano
1996 - Single do Ano (You Oughta Know)
1996 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
1996 - Compositora do Ano
1996 - Vocalista Feminina do Ano
1996 - Melhor Álbum de Rock (Jagged Little Pill)
1992 - Mais Promissora Vocalista Feminina do Ano
GRAMMY AWARDS
1998 - Melhor Performance Vocal Feminina de Rock (Uninvited)
1998 - Melhor Canção de Rock (Uninvited)
1997 - Melhor Home-Vídeo (Jagged Little Pill, Live)
1995 - Álbum do Ano (Jagged Little Pill)
1995 - Melhor Canção de Rock (You Oughta Know)
1995 - Melhor Álbum de Rock (Jagged Little Pill)
1995 - Melhor Performance Vocal Feminina de Rock (You Oughta Know)
BILLBOARD AWARDS
1996 - Artista do Ano
1996 - Álbum do Ano
1996 - Artista Feminina do Ano
MTV VIDEO MUSIC AWARDS
1996 - Melhor Revelação
1996 - Melhor Clipe (Feminino) (Ironic)
1996 - Melhor Edição (Ironic)
MUCH MUSIC AWARDS
1996 - Melhor Álbum Internacional (Jagged Little Pill)
1996 - Melhor Cantora
1996 - Melhor Clipe (Ironic)
BILLBOARD MUSIC VIDEO AWARDS
1996 - Clipe Pop / Rock do Ano
1996 - Clipe Pop / Rock Revelação
AMERICAN MUSIC AWARDS
1996 - Artista Feminina Preferida
1996 - Álbum Pop / Rock Preferido
BRITISH AWARDS
1996 - Prêmio Melhor Revelação Internacional
MTV EUROPE MUSIC AWARDS
1996 - Melhor Cantora
CHANNEL V AWARDS
1997 - Melhor Artista Feminina Internacional
THE GERMAN ECHO AWARDS
1996 - Melhor Revelação Internacional
DIVERSOS
2007 – Melhor Vídeo Musical e Melhor fotografia em Vídeo Musical por “Underneath”,
Elevate Film Festival
2001 - Prêmio Tolerância Global
1995 - Clube da Atuação do Ano

Em 1991
Alanis estreou no pop Canadense com "Alanis". O álbum vendeu 100,000
cópias e ela foi honrada com o Juno Award por artista feminina mais
promissora... e eles estavam certos!
O ator Matt LeBlanc, do seriado Friends, quando era um jovem modelo
participou do clipe " Walk Away", uma das músicas do seu primeiro cd.
Em 1992, Alanis produziu seu segundo álbum Canadense "Now Is The Time", uma gravação mais pessoal para a época. O álbum vendeu a metade de cópias de seu antecessor.
1995 foi o ano da estréia mundial da Alanis com o cd "Jagged Little Pill", um álbum extremamente autobiográfico. Mais de 80% das demos foram gravadas, resultando na forma pura de sincera expressão. O álbum ficou em primeiro em todas as rádios e ficou lá por 113 semanas, e vendeu um excesso de 30 milhões de cópias, produziu 6 super sucessos e recebeu 4 Grammy Awards.
1. A maioria das músicas do cd "Jagged Little Pill" foram escritas e organizadas em apenas um dia.
2. Depois que ela mandou uma fita com a música "You Oughta Know", para o grupo Red Hot Chili Peppers, Flea e Dave Navarro perguntaram pra Alanis, se poderiam tocar na gravação. E claro Alanis deixou.
3. A primeira música composta por Glen Ballard e Alanis foi "The Bottom Line".
4. Glen Ballard toca quase todos os instrumentos do cd "Jagged Little Pill".
5. Suas experiências com a igreja católica a inspiraram para escrever a música "Forgiven".
6. "Perfect" foi escrita em 20 minutos e gravada em apenas dois takes.
7. Ela escreveu "Hand In My Pocket", quando deixou o Canadá e se sentiu sozinha.
8. "Hand In My Pocket", foi a música de estréia de Alanis com gaita, e foi feita em apenas em 15 minutos.
9. O clipe da música "Hand In My Pocket", foi gravado no Brooklyn, NY e Alanis dirigia um Lincoln.
10. Na gravação do clipe "Ironic", a temperatura estava -5 graus, e Alanis estava gripada.
11. Se você prestar atenção no carro do clipe "Ironic", você irá ver no retrovisor do carro um óculos, quando passa por debaixo da ponte.
12. No clipe "You Learn", Alanis acerta a cesta de basquete na primeira tentativa.
13. Toda a gravação do clipe "You Learn" dá exatamente 23 horas e 10 minutos.
14. O oponente de Alanis no ringue do clipe "You Learn" é a diretora do clipe, Liz Friedlander.
15. Ela diz que foi inspirada a escrever honestamente, assim como fez em "Jagged Little Pill", depois de ouvir "Little Earthquakes" de Tori Amos.
16. "Eu chorei a primeira vez que o ouvi. Meus olhos se abriram par a um mundo novo ao ver que alguém podia compor tão abertamente e honestamente."
17. Na musica "All I Really Want", Alanis compara ela com uma mulher chamada "Estella" que é uma personagem do livro ''Great Expectations''. Estella tem a tendência de usar os homens e ser usada por eles ao mesmo tempo, nas letras "I'm like Estella. I like to reel it in and then spit it out. I'm frustrated by your apathy." a Alanis diz, "Estella tem problemas com homens para dizer o minímo".
18. O símbolo da sua camiseta no último show da sua turnê no Havaí 1997 significa "Zen", paz.
19. Alanis entrou no Guinness Book com o cd "Jagged Little Pill" como o álbum de estréia mais vendido no mundo por uma cantora: quase 30 milhões de cópias.
20. Quando "Jagged Little Pill" alcançou o marca de 1 milhão de vendas, Madonna, a dona da Maverick, deu de presente para Alanis um esmalte para unhas de platina para celebrar.
21. Ela ganhou 4 Grammys em 1996 por Melhor Álbum de Rock, Melhor Música Rock, Melhor Performance Vocal Feminina de Rock e Álbum do Ano, fazendo de "Jagged Little Pill" o álbum de estréia de maior sucesso de todos os tempos.
22. Outros artistas fizeram cover da música "You Oughta Know": 10,000 Mona Lisas (faixa escondida no EP chamado 'The EP'), Weird Al Yankovic (fez uma sátira de um pedaço música e pos numa medley), Debie Gibson (cantou durante uma entrevista numa radio) e Better Than Ezra (cantaram durante um show).
23.. Existe um grupo chamado 'Jagged Edge' que lançou um álbum com um nome muito parecido de um da Alanis. O CD se chama 'Jagged Little Thrill'. Coincidência? Não se sabe, mas a cantora não tem nada a ver com a banda.
As pirulas que Alanis fez o mundo engolir:
All I Really Want
Na música "All I Really Want", Alanis compara ela com uma mulher chamada "Estella" que é uma personagem na novela ''Great Expectations''. Alanis diz, "Estella tem problemas com homens para dizer o minímo".
You Oughta Know
"Essa música não foi escrita com o teor da vingança, foi escrita como uma libertação."
"Nascida e criada numa sociedade que me encorajava a reprimir minha raiva. Sempre senti que enquanto escrevia uma música, ou escrevendo no meu diário ou criando qualquer forma de arte, existia uma luz verde pra eu expressar minhas partes mais reativas, constrangedoras, destruídas, machucadas e vulneráveis em uma maneira segura e não destrutiva. Não foi a primeira vez que fiz isso, mas conectou com as pessoas, e também ofereceu uma luz verde a outras pessoas. Acredito que a repressão da raiva é uma violência contra si próprio. E eu tenho estado muito feliz em expressar minha raiva em formas saudáveis na última década."
Perfect
"Acho que fui pressionada mais do que gostaria de ter sido, pela família, pela escola, pela sociedade. Acho que é errado pressionar crianças desse jeito. Se você faz o que gosta, sua paixão deveria ser suficiente mas a sociedade nunca se contenta com a paixão. Ela quer sempre mais do que você é capaz de dar. Se você canta, tem de ser a mais famosa, ou então, a que vende mais discos, senão é pouco melhor do que uma fracassada. Esse tipo de cobrança tem de acabar."
Hand in My Pocket
Ela escreveu Hand in My Pocket, quando deixou o Canadá e se sentiu sozinha.
"Pra mim essa música se encaixa no tema de dar uma pausa no meu jeito ao redor da plenitude-essa música fala muito bem da dualidade na vida."
Right through You
Morissette canta sobre uma época que parece ser a presente: “Agora que eu sou a A Tal, agora que sou zilionária” , embora que tenha sido escrita enquanto ela estava falida e dormia nos sofás dos amigos em LA, os versos parecem se tornar reais.
“Acho que de certa forma, eu sou a tal agora”, Morissette diz, mexendo as mãos. “Eu rio agora quando canto essa música no palco, porque a coisa toda é tão irônica. Quando eu escrevi essa letra eu era a coisa mais distante disso no mundo.”
No show em Orange House, em 2005 ela conta que quando tinha 18 anos escreveu um trecho dessa música e largou em cima da mesa no quarto e a mãe dela viu e ficou horrorizada... aí ela brinca dizendo que diante disso achou que nunca mais iria querer ficar com raiva outra vez.
Ela ainda teria declarado que essa música é sobre a experiência dela com as gravadoras.
Forgiven
Ela ia a igreja todos os domingos enquanto crescia e estudou numa escola Católica Romana. “Daí eu rejeitei toda a concepção de religião organizada” diz Morissette.
You Learn
“Essa música capta como eu me sentia quando mudei para Los Angeles. Foi uma transição difícil para mim, culturalmente, emocionalmente - toda a escala musical. Eu não sei se naquele momento eu estava transformado limões em limonadas, mas eu estava profeticamente escrevendo uma música que faria sentido para mim um tempo depois.”
Head Over Feet
“Uma das minhas músicas favoritas do JLP. Essa, assim como várias das outras músicas, foram escritas por si próprias em aprox 30 minutos.”
“Eu estava conversando antes de entrar aqui sobre quando os relacionamentos se tornam mais e mais saudáveis nós equiparamos isso a não ser apaixonante e sexy. Eu acabei me dando conta de que é, na verdade, mais sexy quando existe menos drama. Tem sido melhor e eu nunca achei que isso fosse acontecer pois com freqüência aquela coisa toda da montanha-russa grudenta e dependente demais parecia muito apaixonante e sexy, e quando eu escrevi Head Over feet, sobre essa certa pessoa, foi a primeira vez que eu realmente tive um vislumbre de como seria estar apaixonada vivendo algo que provocava palptiatções no coração mas ao memso tempo poder passar alguns minutos sem realmente pensar sobre aquela pessoa. Foi algo muito novo pra mim. Assim, sempre que eu canto Head Over Feet, eu penso nisso.”
Mary Jane
Mary Jane, que dá nome a nona faixa do disco Jagged Little Pill, era uma vizinha de Alanis, e que tinha todos aqueles problemas... O nome dela na realidade pode nem ser esse.
Alanis, na entrevista que concedeu em Buenos Aires, disse que começou escrevendo a música para essa amiga, mas depois percebeu que a música se encaixava para ela mesma.
Ironic
A coisa mais irônica de Ironic é que não é feito de ironias. Essa música para mim é a menos preciosa na qual já trabalhei ou escrevi. Foi a primeira música que eu e Glen escrevemos e até então eu ainda não escrevia autobiografia. Estávamos apenas nos conhecendo como colaboradores, tentando divertir um ao outro.
Not The Doctor
Na musica "Not the Doctor", Alanis compara o amor dela a uma "garrafa com furos ao redor". A garrafa por mais que tente ser preenchida sempre ficara vazia.Alanis diz que não escreve somente sobre seus antigos namorados, mas também sobre ela. "Ao mesmo tempo que eu escrevo sobre outras pessoas, eu estou escrevendo sobre mim de alguma forma".
Wake Up
“Esta é uma música que eu escrevi sobre alguém que era egoísta.”
Your House
A única música não biográfica do CD. Alanis teria ido escondida até a casa do seu namorado e imaginou que um dia isso pudesse acontecer.
É uma faixa escondida porque seria “o dedo na ferida” do JLP.
Depois de dois anos sem shows e um cd completo, com inspiração indiana Alanis lança o álbum "Supposed Former Infatuation Junkie". Este cd foi profundamente autobiográfico, mas com diferença que ela compartilhava sua paz em vez da dor. O álbum produziu 4 sucessos e vendeu 10 milhões de cópias.
1. Suas faixas preferidas do álbum "Supposed Former Infatuation Junkie" são "Would Not Come" e "Your Congratulations".
2. Ela própria dirigiu os clipes "So Pure" e "Unsent".
3. O ex-namorado de Alanis, Dash Mihok, é um dos responsáveis pelas fotografias do álbum, além de participar da edição da música "Sympathetic Character".
4. No clipe "So Pure", a cantora dança com o ex-namorado, o ator Dash Mihok (de "Romeu & Julieta", "Além da Linha Vermelha", "Mar Em Fúria" e do seriado da Sony "Felicity"). A letra da música, inclusive, foi escrita em sua homenagem.
5. Alanis compôs a música "That I Would Be Good" dentro de um closet durante uma festa que estava havendo dentro de sua casa.
Os antigos vícios da Alanis:
Front Row
"Uma sucessão de pensamentos descrevendo três conversas separadas com pessoas ou situações que me inspiraram de alguma maneira. O refrão me permite expressar o quanto me sinto privilegiada em me sentir capaz de ter intimidade com essas pessoas, oferecendo um ambiente para eles onde se sintam seguros... onde posso ver todas as partes delas sem julgá-las". - Reprise Records Album Review
Baba
"Minhas experiências diretas com o materialismo espiritual em algumas comunidades (particularmente no oeste), e o idealismo de práticas exóticas do leste... entendendo a desarmonia entre competição, elitismo e julgamento dentro de algumas desses rituais e deuses culturalmente adotados e a compaixão por si própria." - Reprise Records Album Review
Thank U
"A primeira música que escrevi com Glen (Ballard) para esse álbum... depois de ter parado pela o que parecia ser a primeira vez na minha vida e ter experimentado profundo momento de silêncio e calma, fiquei com um senso avassalador de gratitude, inspiração e compaixão. Pareceu natural lançar essa música primeiro, pois ela engloba a parte amorosa da qual todas as músicas desse álbum falam." - Reprise Records Album Review
O clipe: "Ficar nua no clipe foi algo que passou pela minha cabeça enquanto eu tomava banho. E eu estava nua no chuveiro; o que é uma ótima idéia. Pareceu muito cru, muito real. Eu tentava sentir do que a música falava, e surgiu pelo fato de eu não pedir desculpas sobre quem eu era. Fisicamente e emocionalmente e espiritualmente. Então me pareceu natural estar nua no clipe." - Intimate and Interactive MuchMusic 11/1/98
Are You Still Mad
"No Jagged Little Pill, eu reagi visceralmente a certas pessoas e situações que resultaram numa liberação catártica. Nessa música, me permito ter reações emotivas (que acho mais importante) enquanto também assumo responsabilidade pelo meu papel em relacionamentos que resultaram num senso de término que eu não tinha percebido porque reagi apenas apontando o dedo." - Reprise Records Album Review
Sympathetic Charcter
"Eu precisava achar o motivo pelo qual estava com tanto medo de conflitos e tão cheia de raiva. Vivemos numa sociedade que vê a raiva como algo que é explosivo e destrutivo. Não nos ensinam como expressar nossa raiva, como deixarmos que saibam disso de uma maneira não destrutiva. Essa música sou eu falando dos meus medos em ter passado muito tempo ao redor de pessoas que não conseguiam controlar suas raivas. Escrever essa música me permitiu ver a raiva como uma coisa natural e não temer a minha própria." - Reprise Records Album Review
That I Would Be Good
"Eu estava meditando no meu closet e me perguntei, "o que você quer?" - Reprise Records Album Review
"Esse foi um dos casos onde escreve a letra primeiro e a música depois." - VH1 Storytellers
The Couch
"Essa música foi escrita após uma conversa que tive com meu pai sobre sua história de vida. Eu pude conhecê-lo pelo que ele era (além de seu papel como meu pai) pela primeira vez. Foi muito saudável para nós dois." - Reprise Records Album Review
Can't Not
"Essa música foi escrita em 1995, depois que comecei a turnê do Jagged Little Pill, e ela reflete alguns de meus hábitos na época. Foi originalmente gravada como um lado B, mas quando lembrei dela quis colocar no álbum." - Reprise Records Album Review
UR
"Um olhar rápido de retrospecto em minha carreira em ordem cronológica. O primeiro verso falando sobre quando eu tinha 10 anos de idade. O segundo fala de minha adolescência, e o terceiro fala do momento logo após a turnê do Jagged Little Pill. Partes dos refrões são perspectivas de outras pessoas e partes das minhas." - Reprise Records Album Review
I Was Hoping
"Os refrões dessa música são sobre eu estar feliz com recém descoberta oportunidade que eu vi - um novo relacionamento no qual eu estava - e o que ele estava fornecendo para ambos nós dois. Eu nunca tinha entendido a qualidade saudável da segurança ou da intimidade, ou a consciência que era necessária que eu tivesse para estar nesse tipo de relação até então. Os versos contam três experiências/conversas separadas." - Reprise Records Album Review
One
"Eu estava segura o bastante com essa pessoa ao ponto de mostrá-lo partes de mim mesma as quais eu precisava expressar para modificá-las. Eu não era capaz ainda de fazer isso no passado porque essas partes de mim teriam sido julgadas. Sendo julgadas, eu não poderia continuar através delas. Eu também exploro e entendo o conceito de nossa interconexão." - Reprise Records Album Review
Would Not Come
"Revelações baseadas nos acontecimentos dos últimos três anos em particular. Fama, dinheiro, "status"... constantemente sentindo que eu precisava me olhar por fora para ver quem eu era e para me sentir bem. Ter que "alcançar", correr, se apegar ou se tornar algo diferente do que eu era para ser aceita/ou valer a pena. Colocar isso num papel me fez perceber o prejuízo que eu estava causando pra meu lado verdadeiro e o quão transparente e vazio pode ser colocar toda a minha felicidade nas mãos de outra pessoa." - Reprise Records Album Review
Unsent
"Essa música começou comigo escrevendo o primeiro verso e percebendo que havia muito mais gente com quem eu não tive um desfecho... relacionamentos românticos, platônicas e profissionais. Alguns dos nomes são apelidos, alguns são variações de seus nomes e alguns são seus nomes de fato. Falei com algumas das pessoas que inspiraram os versos e notei que essa música me encorajou a ter contato direto com essas pessoas e não me apoiar em minhas letras numa maneira de evitar contato direto/difícil." - Reprise Records Album Review
So Pure (Inspirada em Dash Mihok)
"Ambas as expressões de raiva e alegria têm sido igualmente vulneráveis para mim em alguns momentos de minha vida. Me permiti estar apaixonada por essa pessoa que é livre de desculpas e exuberante por si mesma." - Reprise Records Album Review
O clipe: "Eu dançava muito quando era mais nova, e quando eu estava dirigindo esse clipe, sabia que a pessoa que me inspirou a escrever a música tinha que estar comigo. E ele sabe dançar muito bem. E nós coreografamos pelo Canadá, durante a turnê que eu estava fazendo lá por duas semanas e então gravamos no final." - MTV Brazil 11/99
Joining You:
"Eu indo atrás de um amigo que questionava seu próprio sofrimento dizendo que quem nós somos por dentro pode se manifestar externamente ao invés de permitir que as ilusões da sociedade possam definir quem nós somos." - Reprise Records Album Review
Heart of The House
:"Meu tributo a minha mãe e às mulheres no geral. Pensei que para funcionar na sociedade que eu via como patriarcal, eu tinha que adotar qualidades masculinas para ser tratada com o devido respeito. Fazendo isso, eu estava sendo chauvinista comigo mesma, sem nem saber, e então confirmando a falta de interação entre ambas as qualidades masculinas e femininas em todos nós. Achando a parte intermediária disso, eu naturalmente queria honrar minha relação com minha mãe e com a feminilidade em si." - Reprise Records Album Review
"O momento foi quando eu disse que não queria gravar outro álbum. Eu estava em Toronto com um amigo. Falava com ele sobre tudo que tinha acontecido, que eu
finalmente estava pronta para encarar isso, e olhando as ilusões e tudo com o qual eu concordava e não concordava. Todas as coisas que podem definir quem você é, e eu disse: "Não acho que quero fazer isso de novo", e ele disse: "Ok". E eu estava acostumada com as pessoas dizendo: "Você tem que fazer", mas ele disse: "Ok. Então quer jantar?" E eu fiquei... (faz uma cara), e então ele me deixou sozinha por um tempo, o que de fato é o melhor a se fazer, e por volta de uma hora depois eu fui até o piano de sua casa e comecei a escrever "Heart of the House", uma música do álbum." - MTV Grateful Alanis Online Interview
Your Congratulations
"Sentir por muito tempo que eu tinha que comprometer/diminuir meu poder, inteligência ou talento para não assustar e perder o carinho de quem eu amava. Havendo essa crença fundamental de que de alguma maneira que as duas não poderiam compartilhar o poder, que uma pessoa tinha que "ganhar" e a outra tinha que "perder". Minha vontade era de que fosse possível ambas "vencerem". Estando em público desde nova, aqueles que eram próximos a mim de vez em quando sentiam que, como eu estava recebendo muita admiração de tanta gente, eles (as pessoas de quem eu era mais próxima) mesmos pararam de fazer isso."
Em 1999, o show que Alanis fez para o "Unplugged MTV" foi lançado como um álbum. Três músicas que nunca foram gravadas estavam no repertório, e também versões acústicas de velhos sucessos. O álbum vendeu em torno de 2 milhões de cópias.
1. No cd "Unplugged" não estão todas as músicas que ela cantou no programa "MTV Unplugged". Ainda faltam "Baba", "Can't Not", "Thank U" e "Your House".
2. Na primeira edição brasileira do álbum "MTV Unplugged", há um erro de impressão. O sobrenome de Alanis está escrito como um "s" só: Morisette. O erro está na parte superior à esquerda da capa.
No álbum "Under Rug Swept" Alanis retorna com letras polêmicas e com um estilo de música diferente, agora mais pop, sem esquecer do rock, é claro! Relembra um de seus primeiros relacionamentos, fala sobre como ela reagiu a ver um velho "amigo", discute sobre amor, paz mundial, garotos que só querem saber de si mesmos e também cita 21 coisas que ela prefere num amante.
O que Alanis Morissette varreu pra baixo do tapete:
21 THINGS
“Há uma parte desta música em que eu estou brincando, mas há uma parte toda deste música em que eu estou falando muito sério. Quanto mais eu for consciente das qualidades que eu procuro, mais eu sou capaz de reconhecê-las quando elas aparecem, ao invés de ter o encontro inicial romanticamente, depender singularmente da reação química ou alguma coisa intangível, indefinível, que faz o coração palpitar e as mãos suarem. Porque os começos de um relacionamento, quando as mãos suam e o coração palpita, frequentemente resultam em uma enorme soma de incompatibilidade, então o conceito de compatibilidade é tão mais importante pra mim na medida em que eu fico mais velha.”
NARCISSUS
“Os versos representam minha tentativa de falar tão sinceramente quanto eu posso sobre o que eu vejo, mas não há uma coisa chamada verdade objetiva, então eles (os homens) poderiam provavelmente cantar o mesmo tipo de música, direcionada a mim. É a parte de mim que permite que eu me sinta uma vítima e a parte de mim que me permite simplesmente sentir raiva e não pedir desculpas por isso. E ainda assim, nos refrões eu me sinto realmente assumindo responsabilidade, me sinto como se estive chamando isso do que realmente é, mas eu também estou dizendo ‘E mesmo assim aqui estou eu, ainda querendo me ligar a você.’ Então, é esta dicotomia de amar alguém e realmente querer que a coisa dê certo e querer fazer uma ponte sobre a diferença e a divergência e, ainda ao mesmo tempo, sentir total repulsa pelas qualidades que estão sendo apresentadas e a dor que vem disso.”
HANDS CLEAN
“Minha intenção ao escrever esta música era chegar a um lugar em que eu pudesse ser tão verdadeira e sincera quanto eu pudesse a respeito de certos relacionamentos em meu passado. Definitivamente não tem a intenção de buscar qualquer tipo de vingança para com a pessoa que está no centro da canção, sobre a qual estou cantando, mas era calando a mim mesma para proteger outra pessoa que eu estava no fim das contas, abandonando a mim mesma completamente. E a qualquer momentos em que eu fale inverdades na minha vida, e repetidas vezes eu me sinto, por não falar a verdade, por ficar calada, que há um elemento de inverdade nisso. Omitir a verdade ás vezes pode dar uma sensação tão horrível quanto uma mentira pra mim. Então, na medida em que eu fico mais velha, eu acho que quero cada vez mais introduzir a benção de falar transparente e verdadeiramente e tão sinceramente quanto eu puder, sabendo que a verdade neste caso é somente minha verdade.”
FLINCH
Escrevi Flinch logo depois de uma experiência que eu tive no Canadá, em que eu quase esbarrei com a pessoa sobre a qual estou cantando e fugi. Eu estava surpresa por terem passado tantos anos e mesmo assim eu reagia à situação como se eu tivesse estado com ele há dois minutos. Eu estava meio envergonhada e um pouco constrangida, mas era nesse estágio em que eu estava: apenas realmente tendo curiosidade por como alguém pode ter todo esse efeito sobre mim e atribuir parte disso ao fato de que eu era muito, muito jovem quando eu tive contato com ele. Eu creio sim que eu conseguirei chegar a um ponto em que ouvir o nome dele ou até dar de cara com ele ou ouvir falar sobre ele não vai me provocar tanto quanto provocou e ainda provoca. Eu não sei quando esse dia virá mas estou cantando sobre ter esperanças de que ele chegue.”
SO UNSEXY
“Eu estava realmente tentando chegar ao âmago de algumas de minhas inseguranças e de por que coisinhas pequenininhas que são inócuas e sem importância são traduzidas na minha própria mente de modo a serem levadas tanto assim para o lado pessoal. E isso aconteceu e ainda acontece muito, e ao mesmo tempo em que eu acho isso muito humano, é exaustivo. Mas enquanto eu apoiar a mim mesma, não é tão assustador e não tão aterrorizante”
PRECIOUS ILLUSIONS
“Há uma parte da letra que diz ‘ Eu quero decidir entre a sobrevivência e a felicidade’ . Basicamente, estou falando sobre a diferença entre realmente estar viva e realmente abraçar a razão de eu estar aqui na terra versus o fato de eu simplesmente estar adormecida e vivendo como sonâmbula e aceitando o status quo e aceitando uma certa mentalidade de sofrimento a respeito do que é estar aqui. Realmente é minha responsabilidade distinguir a diferença entre os dois e escolher qual dos dois eu quero. É tão fácil para mim não querer assumir responsabilidade por minha vida e renunciar a ela e procurar respostas fora de mim mesma, as quais eu sei que estão dentro de mim. É tão assustador ficar em silêncio e é tão assustador entrar em contato com o interior...até que eu o faça. E uma vez que eu o esteja fazendo, eu me pergunto por que eu não estava fazendo isso o tempo todo. Então esta decisão de estar plenamente viva é precedida por algumas decisões bem intensas e algumas escolhas e responsabilidades a serem assumidas que muitas vezes podem ser muito intimidadoras, mais uma vez, antes que eu o faça.”
THAT PARTICULAR TIME
Houve três capítulos distintos no relacionamento em que eu estava quando eu escrevi That Particluar Time que eu realmente quis compartilhar. E eu lembro de ter dito a ele na época – porque estávamos conversando a respeito de terminarmos – ‘O amor continua, o amor continua!’ E ele me olhava pra mim com aquela cara de “hã???” Então eu lembro de voltar atrás e dizer ‘sabe de uma coisa? O amor nem sempre continua, ás vezes o amor vai embora, às vezes o amor continua, ás vezes o amor recua e há tantas formas diferentes que esse amor pode assumir num relacionamento.’ E aconteceu, ele assumiu muitas formas diferentes, e eu estava brigando comigo mesma por estar num relacionamento que simplesmente não dava a sensação de que era certo. Mas então eu percebi que era um ato muito amoroso de minha parte “esticar meu pescoço” por alguns minutos para realmente ver se havia algo que valia a pena continuar explorando de modo romântico. E quando eu escrevi essa música e a gravei – porque eu a escrevi e gravei ao mesmo tempo – eu simplesmente não conseguia para de chorar porque eu a escrevi bem no momento em que o último verso era aplicável àquele momento. Os outros dois versos foram mais escritos em retrospecto, mas eu não conseguia parar de chorar e os queridos técnicos com quem eu estava trabalhando entraram na sala com uma caixa de Kleenex e a deixaram lá e eu disse ‘ Volto em um segundo.’ E então foi nesse momento, aquele foi o “take” da música. Então foi uma gravação muito emotiva dessa música. Eu realmente quis manter aquele vocal e manter tanto da energia dessa música quanto eu pudesse, e acabamos mantendo muito dela.”
A MAN
“Eu tive tendência a me concentrar mais em experiências negativas que eu tive com homens, e eu queria representar muito dos homens mais evoluídos também. Particularmente depois de escrever uma música como Narcissis” Agora, do Toronto Sun: “ Eu teria considerado muitos destes tipos de homem como meus amigos. E, a um certo ponto, eu apenas pensei que eu queria escrever a respeito da perspectiva desse tipo de homem porque ele poderia estar meio cansado, não somente de mim cantando músicas como You Oughta Know e Narcissus, mas também de viver numa sociedade em que houve e ainda há muitas mulheres com raiva dos homens o tempo todo. Eu consigo entender e validar o motivo por que as mulheres sentem raiva dos homens, de várias maneiras, óbviamente. Mas há muitos homens que estão tentando com muito afinco, de certa forma “construir a ponte”, então eu quis escrever quase que uma música de resposta a Narcissus, como um homem respondendo e dizendo ‘Ei, sabe de uma coisa? Eu estou tentando, então vai se fuder.’ “
YOU OWE ME NOTHING IN RETURN
“O âmago dessa música é sobre a real definição do que o amor é. E o que o amor é, pra mim, é querer para alguém que você ame o que essa pessoa quer para ela mesma. E ao mesmo tempo não sacrificar minha própria vida e meus pensamentos e minhas próprias crenças. Apoiar alguém em suas escolhas e ao mesmo tempo poder expressar quais são as minhas, mesmo se elas forem divergentes, é a máxima interação saudável e amorosa. E houve algumas partes da letra que eu mudei na música porque era algo meio que dando a entender que haveria sacrifício de minha parte, amar alguém ás custas de mim mesma, o que definitivamente não é o caso e realmente não é o sentimento que eu estava tentando comunicar na música. Então, tendo mudado um pouco das linhas que estavam meio que indicando isso, a música finalmente tinha o sentido que eu estava tentando comunicar, que é: a forma mais superior de amor é realmente escutar alguém e honrá-lo e aceitá-lo e ter minha própria versão e definição de quem é que eu sou. E se ambos podem co-habitar e passar tempo juntos ou se sentirem compatíveis, ótimo. E se não podem, tudo bem também – há ainda muito amor – mas talvez a forma do relacionamento mude."
SURRENDERING
“‘Surrendering’ é sobre a gratidão que eu sinto por alguém começar a ter a coragem exigida para se permitir ser amado e largar as defesas e medos – na verdade não largar os medos, mas prestar atenção aos medos e ainda superá-los. E o quanto é vibrante pra mim ser capaz de ser deixada entrar dessa maneira. E o quanto é reparador, afinal, tanto para a pessoa sobre quem eu estou cantando quanto para mim mesma. É uma música muito pacífica e alegre e esta foi a última que eu escrevi para o álbum.”
UTOPIA
“Desde o segundo em que eu escrevi Utopia eu sabia que ela seria a última música no álbum. Quando eu penso sobre o álbum, penso sobre as questões e conflitos e então as reações e refutações e há meio que uma caminhadazinha maluca nessa dinâmica, nessa relação. E no final, ela tem os elementos femininos e masculinos, sejam eles considerados literal ou figurativamente. Pra mim, é como se eles estivessem sentados juntos no mesmo carro e estivessem finalmente dirigindo na mesma estrada na mesma direção e há um encontro dos dois mundos."
No seu quarto albúm mundial Alanis aparece experimental e honrando seu relacionamento e sua vida. Um dos albúns que teve mais datas de lançamento adiado, acabou vazando na Internet 2 semanas antes. Embora os fãs já tivessem escutado algumas músicas durante o fim da "Union Mended Tour" que passou pelo Brasil em Setembro de 2003. Destaque para as músicas Spineless, Everything e 8 Easy Steps.
8 Easy Steps
Envolve toda a velocidade do conceito de me auto-censurar.
Basicamente diz que não sou muito preciosa sobre o assunto - mas reflexiva
certamente. É fácil pra mim correr ou apenas ficar numa negativa.
Out Is Through
Esta é uma canção que eu escutaria em meio a conflitos
com meu namorado, pra me inspirar a continuar em frente. Uma amostra da letra da
música:
"Every time you raise your voice I see the greener grass
Every time you run for cover I see this pasture."
Excuses
: Mais uma vez, me dando uns tapas na cara. Existe sempre um tempo
certo antes que eu me encha de me ouvir de mim mesmo que sou vitima. Então é
hora de assumir responsabilidades, não apenas eu e minha vida pessoal, mas iria
tão longe quanto o mundo permitisse.
Doth I Protest Too Much:
Pra mim, esta é uma das canções mais tristes que
eu já escrevi em toda a minha vida. É bem sarcástica em ritmo 'meio-tempo'. Um
trecho:
"I'm not needy
I don't get clingy much
I am not scared
I'm not afraid as such
I'm not dependent
Rock solid stays in touch
Doth I protest too much."
Knees Of My Bees
Esta revela minha obsessão por meu namorado. Cada álbum
traz elementos tensos do tempo presente (em que foi feito), seja lá quem eu
estiver namorando. Um trecho:
"We share a culture, same vernacular
Love of physical humor and time spent alone...
You make the knees of me bees weak."
So-Called Chaos
Ser sobrecarregada pelo 'tanto fazer' que a sociedade
encoraja. A nossa consciência é tão primitiva que precisamos de polícia, governo
e leis. Se realmente aumentássemos nosso grau de consciência, poderíamos nos
auto-gerir e não precisaríamos de todas estas restrições que sentimos que
precisamos seguir pra manter o mundo a salvo, se bem que não esta salvo porra
nenhuma!
Not All Me
É fácil para nós projetarmos nossas idiotices nos outros. Nos
relacionamentos eu sinto que é fácil pensar que toda a precipitação sempre parte
do outro. Eu tenho percebido ao longo dos anos, e com o término dos namoros, que
seja lá o que os aborrecem a meu respeito é tudo a meu respeito ... aí penso,
"não, não é tudo culpa minha, você deve assumir a responsabilidade junto comigo,
ou eu vou romper com você!"
This Grudge
Um trecho:
"Por 14 anos, 30 minutes e 15 segundos eu guardei esse ressentimento
11 musicas, 4 paginas do meu diário, tortura psicológica
Eu gastei"
Alanis quando questionada se a pessoa referida nesta música é a mesma de "You
Oughta Know" ela responde apenas : "Pessoa diferente, mesma era."
Spineless
Pra mim as músicas mais tristes são as mais sarcásticas por
serem as mais patéticas na minha opinião. Mas eu geralmente acho que posso
seguir o caminho todo do modo mais desagradável, de alguma forma mudar a
situação, escrevendo-a da maneira que ela ocorre. Se eu tiver que escrever por
exemplo, sobre meu medo de estereótipos femininos, certamente isso não vai levar
minha vida inteira.
Everything
Houve um grande encorajamento por parte das outras pessoas
para que eu mudasse essa música para um outro nível, mas continuei com a mesma
opinião. Acho que essa música é a conclusão do álbum - diz todas as coisas. Eu
não acho que minha jornada, seja uma jornada onde queira me tornar o melhor que
possa ser, porém me tornar o mais inteira/completa quanto possível e é sobre
isso que a música fala.
Fonte: Am.info - Revista ICE.
Honrando os 10 anos do disco que vendeu mais de 30 Milhões de cópias e continua vendendo até hoje, Alanis tornou o tão-cultuado CD em algo mais leve, com acordes diferentes de todas as outras versões que ela já havia tocado até então para as 12 faixas do disco.
Depois de lançar 4 albúns de inéditas, 2 de músicas acústicas, 1 só de sobras de seu 3º disco, Alanis lança sua primeira coletânea reunindo seus maiores hits e ainda suas canções favoritas.
Misturando Singles, Trilhas Sonoras e ainda a participação especial para o "The Prayer Circle". A curiosidade é que o disco não possui So Pure, Joining You, 21 Things I Want in A Lover, Out is Through e Precious Illusions, alguns de seus grandes sucessos.
Alanis a colecionadora:
THANK U
Essa música está próxima ao meu coração porque realmente engloba o momento em que eu vivia depois que voltei da Índia. É uma indicação perfeita do nível de rendição e gratidão em que eu nadava na época. Para mim, é a música perfeita pra começar a coleção --com um [es estavam sendo formadas, e ter um entendimento maior sobre porque escolhemos os companheiros que escolhemos.
HEAD OVER FEET
Uma das minhas músicas favoritas do JLP, e seria um descuido meu não colocar uma música do JLP no começo--não quero ignorar um álbum que me introduziu a todo mundo de uma maneira tão feroz. Essa, assim como várias das outras músicas, foram escritas por si próprias em aprox 30 minutos.
EIGHT EASY STEPS
Essa é para mim uma das experiências mais engraçadas que eu tive. É sarcástica e firme, e, sim, um pouco constrangedora. Apenas alguém com um senso de humor e um pouco de inconstância sobre si próprio poderia escrever algumas das músicas que escrevi - incluindo músicas do JLP, apesar desse humor ter passado desapercebido por algumas pessoas.
EVERYTHING
Essa música tinha que estar no The Collection porque é uma das mais recentes e mais corriqueiras imagens do meu momento atual. Minha jornada para voltar a falar de tudo tem crescido mais intensamente nos últimos três anos. Estou muito inspirada e abastecida para me manter o quão acordada eu puder nessa jornada.
CRAZY
Era uma música que eu amava quando era adolescente, e durante a campanha da Gap, meus colegas adoráveis me pediram uma lista das minhas músicas favoritas e a música do Seal foi uma das primeiras que escolhi porque me traz tantas lembranças de quando eu era adolescente. O verso principal: "Você nunca vai sobreviver/A não ser que endoide um pouco" é para mim uma das afirmações mais simples porém mais profundas. Seal e eu trocamos emails doces quando eu ia gravar essa música.
IRONIC: Ver JLP
PRINCES FAMILIAR
Eu vejo tantas relações acabando quando há um conflito inevitável. Para mim eu vejo isso como o começo-e não o fim- em muitos casos. Essa música sou eu implorando ao pai da criança porque eu sei que tendemos a nos atrair ao que nos é familiar quando começamos a escolher companheiros amorosos. É sobre voltar ao cavalo ao invés de ir ao carro (?). É sobre voltar ao momento quando nossas impressões estavam sendo formadas, e ter um entendimento maior sobre porque escolhemos os companheiros que escolhemos.
YOU LEARN: Ver JLP
SIMPLE TOGETHER
Essa é a música mais triste que eu escrevi - sem dúvidas. Há simplicidade e direção nela - a versão mais destilada de tristeza que já pus em uma música.
YOU OUGHTA KNOW: Ver JLP
THAT I WOULD BE GOOD
Escrevi essa música no meu closet. Havia muita gente na minha cara, então fechei a porta do closet, acendi uma vela, e escrevi a música em aprox quinze minutos. Basicamente foi quando eu estava sob a pressão que havia para dar seqüência ao JLP e essa música se tornou meio que um mantra ou meditação que me ajudou ao longo dessa pressão.
SISTER BLISTER
Uma conversa pouco comentada que eu enfrento nos círculos feministas onde eu geralmente faço parte - um tópico raramente discutido. Às vezes alguém diz "Mulheres são podres umas com as outras", mas a conversa acaba aí. Eu estava no meio de um trabalho com uma certa mulher enquanto eu fazia um cd, e fui desafiada a tratar desse assunto em uma música. Ainda é uma música muito intensa quando canto.
HANDS CLEAN
Se eu tivesse escrito sobre o tema de Hands Clean durante a era JLP, a música teria sido mais angressiva- como Right Through You. Essa música é o resultado de mim protegendo alguém guardando segredo sobre o que realmente aconteceu. Esse tema vinha sendo carregado por vários momentos em minha vida. Eu acobertaria as pessoas o tempo todo. Então foi muito libertador escrever Hands Clean. Enquanto eu posso ser uma vadia vingativa, essa não é minha intenção. Minha intenção é me liberar desse tipo de repressão, e o constante cuidado que eu tenho com a reputação de outra pessoa ao custo da minha vida.
MERCY
Fui convidada a cantar nessa música depois que Nusrat Fathe Ali Khan morreu após ter cantado essa música. Jonathan Elias, que criou o álbum Prayer Cycle, me convidou para concluir a faixa e me senti muito honrada porque eu era muito fã de Nusrat. Jonathan queria que o álbum fosse o mais internacional possível. Meu pai é canadense-francês, minha mãe húngara, então eu traduzi a letra com minha vó e cantei em húngaro. Foi uma honra trabalhar nessa e nas outras músicas do cd.
STILL
Escrevi essa música no meu quarto de hotel em Dublin depois de ver uma exibição de Dogma. Não apenas sou uma grande fã de Kevin Smith, mas eu estava particularmente designada ao seu roteiro de Dogma porque seus ensinamentos católicos eram parecidos com os meus. Kevin me perguntou se eu queria escrever uma música para os créditos finais. Eu disse a ele que assistiria ao filme e veria se alguma música poderia ser feita. Still, eu escrevi muito rápido no meio da noite alguns dias depois. Fala sobre a perspectiva de quem eu acho que Deus represente para todas as pessoas no planeta.
UNINVITED
Lembro de escrever Uninvited quase que como uma forma de sair do radar e da pressão que era dar seqüência ao JLP. Era uma forma para mim de escrever uma música sem pressão alguma. Foi a primeira vez que fiquei longe de Glen, que na época foi uma concepção muito assustadora, mas creio que necessária. Eu vi a exibição de Cidade dos Anjos e escreve a música sozinha na minha sala de estar em quinze minutos. Foi a primeira música que escrevi sozinha em vários anos.
LET'S DO IT, LET'S FALL IN LOVE
Irwin Winkler que dirigiu o filme De Lovely, Rob Cohen e o filho de Irwin Charles Winkler que produziram o filme me convidaram ao escritório deles e disseram: "É isso que estamos fazendo". Me pediram para escolher entre dez música. Eu disse "Sim" logo de cara e disse a eles que tinha um passado na dança. Então minha participação no filme me envolve cantando e dançando. Achei muito fofo, uma saída de cena imprevisível fazer uma coisa que não tinha nada a ver com o que eu faço todo dia. Foi muito divertido para alguém que cresceu com as fantasias de Judy Garland.
HAND IN MY POCKET
Queria terminar com a ponta do chapéu do cd JLP. Pra mim essa música se encaixa no tema de dar uma pausa no meu jeito ao redor da plenitude-essa música fala muito bem da dualidade na vida. Parece que HIMP começou um capítulo para mim nesse sentido, e foi uma boa forma de terminar antes de começar o próximo capítulo
Quatro anos se passaram desde que o último CD de canções inéditas, o So-Called Chaos foi lançado. A cantora fez turnês promocionais na Europa e EUA, participou de movimentos contra o aquecimento global e de ajuda aos animais, curtiu a vida junto ao seu ex-noivo, Ryan Reynalds, lançou um disco acústico e uma coletânea, além de ser indicada novamente para o Globo de Ouro pela canção Wunderkind para o filme "As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupas".
Até que em Julho de 2007 começou uma nova ERA, a Flavors of Entanglement, primeiro tivemos uma apresentação de Not As We no Café Hollywood, depois vazou na internet um vídeo para a música "Underneath", feito exclusivamente para o Elevate Film Festival e assim fomos tendo noção do que seria os novos sabores da Alanis!
Uma boa revisada nos sabores voce pode ler aqui!

"Minhas canções sempre me inspiram a ser mais corajosa e autêntica no meu
cotidiano já que o processo de compor me conduz à clareza e coragem fora deste
processo artístico".
"Estou me cutucando para conseguir uma versão mais incondicional do que o amor
pode parecer."
"Me permito, neste momento de entendimento e compaixão, oferecer-me mais
completamente aos outros."
"Entendi que sem uma evidência de tipos ou uma visão do que estou lutando para
conseguir - seja em um nível pessoal, global ou social - fico de certa forma
desnorteada e meus relacionamentos refletem isso."
"O processo de definir o que eu gostaria cria esta possibilidade, baseado em
quão poderosos podem ser nossos pensamentos e intenções. É claro que uma vez que
tenho esta evidência, eu a jogo fora, deixo ir e vejo o que a vida tem para me
oferecer de volta".
"Sempre acreditei que o pessoal é o político, o global, o social... já que as
conseqüências que sustentam o que pode ser visto como uma relação microcósmica
(isto é, entre duas pessoas) são os mesmos tipos de conflitos e conseqüências
que sustentam as guerras mundiais e perturbações sociais que vemos em nosso
planeta. Enquanto penso que grandes mudanças possam ser feitas em níveis globais
através de esforços coletivos, também acho que devemos nos esforçar para o
entendimento e a resolução de conflitos em nossos relacionamentos mais imediatos
para que estes passos sejam os maiores e mais centrados para compreendermos o
resto do mundo".
"Quando sinto que um disco reflete um determinado período da minha vida, na
forma de um petardo musical, o considero um sucesso e me sinto em paz, pronta
para dividi-lo com quem quer que escolha ouvi-lo".
"Engraçado, quando eu fui morar em Los Angeles, em 1991, o Serviço de Imigração
dos EUA me classificou como 'uma estrangeira com talentos especiais'.'"
"Para ser honesta, eu não chego a pensar que vendo milhões de discos, que faço
tanto sucesso... Eu sou uma pessoa normal! Aliás, o que eu escrevo é muito
pessoal, passa as emoções que eu vivi e, exatamente por serem experiências
comuns, é que acho que as pessoas se identificam com as letras. Sou como a
garota que vai ao meu show, tenho os mesmos sentimentos que ela."
"Me divirto muito fazendo reuniões na minha casa. Sabe, ficar conversando até as
cinco da manhã..."
"Quando eu era mais nova, minhas principais influências eram os anos 80 e acabei
aderindo àquele brilho todo. Mas... Pô, eu era uma criança!!! De qualquer forma,
acho que não teria sido capaz de escrever as músicas de "Jagged Little Pill", se
não tivesse começado a compor tão cedo."
"Lá (na Índia) as pessoas não me conhecem e posso ficar à vontade, sem ser vista como uma
pessoa pública. Quero botar uma mochila nas costas e sair sem destino."
"Se ser hippie é ter a cabeça aberta, vestir roupas confortáveis e não se render
aos padrões da sociedade... Sim, eu sou hippie".
"Quando era mais jovem, deixava que o foco ficasse um pouco mais direcionado
para a minha imagem. Hoje mudei muito... Como compositora, eu me mostro muito
mais escrevendo do que usando saias curtas."
"As pessoas daqui falam olhando no olho da gente." (Alanis contando
porque gostou do Brasil).
